quarta-feira, 28 de agosto de 2013

EUA, França e Grã-Bretanha estão prontos para atacar militares na Síria

Os Estados Unidos, a França e a Grã-Bretanha estão prontos para atacar alvos militares do governo da Síria em resposta ao emprego de armas químicas contra a população civil.

Mais um navio de guerra americano chegou nesta terça-feira (27) ao Mediterrâneo. São cinco carregados de mísseis de alta precisão e com capacidade para atingir alvos a quase 2,5 mil quilômetros de distância.
Chuck Hagel, secretário de Defesa dos Estados Unidos, disse que o Pentágono já apresentou várias opções de ação militar para o presidente Barack Obama. "Estamos prontos para qualquer uma delas", concluiu.
A movimentação na Casa Branca tem sido intensa. Nos últimos dias, o presidente Barack Obama e assessores fizeram 88 telefonemas para líderes mundiais para discutir a crise na Síria.
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, foi consultado por Obama pela segunda vez. “É claro que qualquer ação terá que ser legal e específica para deter o uso futuro de armas químicas”, diz Cameron.
O presidente francês, Francois Hollande, foi ainda mais enfático. "O ataque químico não pode ficar sem uma resposta", diz.

Os 22 países integrantes da Liga Árabe evitaram apoiar claramente uma intervenção militar. Mas o porta-voz da Liga afirmou que os responsáveis têm que responder diante de instituições internacionais por esse tipo de crime.
O presidente Barack Obama está em busca de apoio político internacional para o ataque à Síria. A autorização dificilmente virá do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Rússia e China, que apóiam o ditador Bashar Al-Assad, têm poder de veto no conselho.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia avisou que "qualquer tentativa de passar por cima do conselho terá consequências catastróficas".
Jay Carney, porta-voz da Casa Branca, disse que qualquer que seja a intervenção o objetivo não é mudar o regime sírio, mas dar uma resposta ao uso de armas químicas.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Estados Unidos com provas do uso de armas químicas na Síria

O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, diz que há imagens que provam de forma “inegável” o uso de armas químicas pelo Governo sírio.
“As imagens são reais e comoventes”, acrescentou o chefe da diplomacia norte-americana.
John Kerry condena aquilo que considerou ser uma “obscenidade moral” por parte do regime de Bashar al-Assad.
“O que nós assistimos na Síria na semana passada deve chocar as consciências do mundo. Desafia todos os códigos morais”, acrescentou numa declaração televisiva.
Kerry adiantou que o presidente Barack Obama está informado e está a reflectir sobre a resposta a dar.
Esta declaração do secretário de Estado norte-americano surge poucas horas depois dos inspectores das Nações Unidas terem chegado ao país para analisar as acusações de que o regime sírio terá usado armas químicas nos arredores de Damasco durante um ataque na passada quarta-feira.
Os inspectores da ONU visitaram cinco locais perto da capital síria.
De recordar que a organização Médicos Sem Fronteiras visitaram três hospitais da capital e confirmaram mais de 300 mortos devido ao ataque com armas químicas.
Veículo da ONU transportando equipe de especialistas em armas químicas é fotografado ao retornar ao hotel no centro de Damasco (foto: Reuters)


LinkedIn vê forte crescimento no Brasil e América Latina

                                                       LinkedIn tem 238 milhões de usuários em todo o mundo
                                                       Foto: Reuters

O LinkedIn poderá dobrar sua base de 13 milhões de usuários no Brasil nos próximos dois anos, disse um executivo da empresa americana que vê oportunidades em um país fascinado pelas redes sociais e com o mercado de trabalho aquecido.
A empresa é o último peso pesado do ramo a abrir um escritório em São Paulo, o centro financeiro do país de 194 milhões de habitantes que abraçou com entusiasmo redes sociais como Facebook e o Twitter.

"Somos a terceira maior base de usuários depois dos EUA e a Índia, com mais de 13 milhões de usuários", disse Osvaldo Barbosa de Oliveira, gerente da LinkedIn no Brasil. "Se mantivermos esse ritmo, talvez dupliquemos (os usuários) em poucos anos", disse. "Nossa perspectiva é ter uma penetração cada vez maior no mercado de profissionais e de estudantes que ingressam no mercado", disse.
Com 238 milhões de usuários em todo o mundo, o LinkedIn relatou um aumento de 59% em sua receita no segundo trimestre devido à venda de programas de contratação de profissionais e em anúncios publicitários. Apesar da recente desaceleração da economia, o Brasil manteve o desemprego em níveis históricos e as empresas queixam-se da dificuldade em achar mão-de-obra qualificada.
"O potencial é muito grande", disse Oliveira. "O Brasil sem dúvida é um pais prioritário".
Oriunda de Mountain View, a companhia que começou como uma rede de conexões entre profissionais agora busca transformar-se em uma plataforma de serviços e conteúdo especializado mais ampla.
Como ocorre em outras redes sociais, quando mais usuários tiver e quanto mais conhecimento sobre suas preferências, maior é o ganho com venda de publicidade. No Brasil, o LinkedIn almeja os consumidores de maior renda. Um estudo divulgado nessa semana sugere que 99 por cento deles utilizam as redes sociais.
"Nos EUA é cerca de 87%", disse Jennifer Graze, chefe global de serviços financeiros do LinkedIn.
América Latina, forte crescimento
A América Latina, um mercado pouco saturado, onde milhões de recém chegados à classe média estão descubrindo a internet a partir de seus celulares, aparece com cada vez mais força no radar da empresa. O linkedIn tem 5 milhões de usuários no México, 3 milhões na Argentina e outros 12 milhões no resto do continente. Chile e Colômbia são vistos pela empresa como mercados atraentes.
"América Latina é um mercado de rápido crescimento para nós", explica Grazel. "Vemos um crescimento anual entre 50% e 60% (em usuários)". A receita do LinkedIn nas "outras Américas", que envolve a América Latina e o Canadá, subiu 78,5%, para 26,8 milhões de dólares no segundo trimestre comparado ao mesmo período de 2012.
Oliveira, gerente do LinkedIn no Brasil, recusou dizer a porcentagem correspondente à América Latina.
                      Diretor-geral do LinkedIn no Brasil, Osvaldo Barbosa de Oliveira, comanda atividades no País
                      Foto: Divulgação

LG lança TVs com tela curva na Europa por 9 mil euros

                   Telas de OLED são capazes de oferecer um design muito mais fino e imagens com cores mais vivas
                    Foto: Divulgação

O gigante sul-coreano da eletrônica LG Electronics começará a comercializar sua nova televisão OLED de tela curva esta semana na Europa, informou a empresa em comunicado. A nova aposta tecnológica, que conta com uma tela de 55 polegadas, será lançada no mercado alemão a um preço de 9 mil euros, e irá entrando progressivamente nos outros países da zona do euro.

"Com esta nova geração em tecnologia de telas e o design curvo ultra fino, nossa oled TV representa o começo de uma nova era para o entretenimento no lar", detalhou Lee In-kyu, vice-presidente da divisão de televisores da firma sul-coreana.

Segundo os analistas da DisplaySearch, o mercado das telas OLED na Europa será de 30% do total até 2017, enquanto estima que este ano serão vendidas 130 mil unidades e sua venda disparará para 27 milhões de televisores até 2018.
As telas de OLED (diodos orgânicos emissores de luz) são capazes de oferecer um design muito mais fino e imagens com cores mais vivas em comparação com a geração anterior de telas LCD de cristal líquido, ao não requerer luz de fundo.
Além disso, com a curvatura da tela se consegue eliminar o problema de ajuste entre a imagem e a forma do televisor, alcançando uma resolução mais nítida, segundo detalharam especialistas à agência Yonhap.

domingo, 25 de agosto de 2013

Estados Unidos se preparam para ataque contra a Síria

Estados Unidos dizem haver poucas dúvidas de uso de armas químicas


Os Estados Unidos disseram hoje haver poucas  dúvidas de que foram utilizadas armas químicas na Síria e assinalaram que  a aceitação por parte do regime de Damasco de inspeções das Nações Unidas  chega demasiado tarde.


De acordo com uma fonte da administração norte-americana, há "muito  poucas dúvidas" de que houve recurso a armas químicas na Síria, depois de,  no sábado, a organização humanitária Médicos Sem Fronteiras ter confirmado  a morte de 355 pessoas com sintomas neurotóxicos em três hospitais sírios.
Ao mesmo tempo, os Estados Unidos assinalaram que a oferta de Damasco  de permitir a inspeção dos locais de alegados ataques às Nações Unidas chega  "demasiado tarde para ser credível". 
A mesma fonte afirmou que, tendo em conta o número de vítimas e os respetivos  sintomas, para além de informação confidencial dos Estados Unidos e de outros  países, "há muito poucas dúvidas nesta altura de que uma arma química foi  usada pelo regime sírio contra civis". 
"Se o governo sírio não tivesse nada a esconder e quisesse mostrar ao  mundo que não usou armas químicas neste incidente teria cessado os seus  ataques na área e garantido acesso imediato às Nações Unidas há cinco dias",  afirmou o elemento da administração norte-americana. 
Agora, segundo o mesmo responsável, é demasiado tarde "porque as provas  disponíveis foram corrompidas de forma significativa como resultado dos  bombardeamentos persistentes do regime e de outras ações intencionais nos  últimos cinco dias". 
O regime sírio autorizou hoje a entrada de inspetores da ONU no país  para investigarem "imediatamente" o alegado uso de armas químicas nos arredores  de Damasco, anunciou hoje o ministério sírio dos negócios estrangeiros.
"Foi hoje concluído em Damasco um acordo entre o governo sírio e as  Nações Unidos, que permite à equipa da ONU, dirigida pelo professor Aake  Sellstrm, investigar o alegado uso de armas químicas na província de Damasco",  disse o ministério num comunicado.  
De acordo com a mesma fonte, o acordo "entra em vigor imediatamente".



A Marinha dos Estados Unidos deslocou nesta sexta  um quarto navio de guerra para o mar Mediterrâneo e considera a possibilidade de uma ação militar para responder ao suposto uso de armas químicas, por parte do governo de Bashar Assad, contra civís na Síria.

O ladrão mais FAIL dos últimos tempos

O cara, diga-se de passagem, de pijama, passou em frente a loja, provavelmente avistou algum mega pacote de batata frita e resolveu voltar para fazer seu furto fail!

Grande descoberta: exercícios podem causar orgasmo em mulheres!

Uma pesquisa feita na Universidade de Indiana (EUA), acaba de trazer à tona essa afirmação: sim, exercícios podem causar orgasmo nas mulheres.
Segundo os especialistas, treinos para fortalecer a musculatura da região abdominal podem fazer com que as mulheres tenham orgasmos (já tava pensando em pompoarismo, né?).
A ciência explica: “orgasmos induzidos por exercícios estão mais frequentemente associados à prática de abdominais, escalada de postes ou cordas, levantamento de peso ou ciclismo. Os dados obtidos pelos pesquisadores revelam que 20% das mulheres que têm orgasmos causados por exercícios físicos não têm controle sobre seus corpos e, na maioria das vezes, não estão nem mesmo fantasiando sobre sexo ou pensando em alguém que as atrai enquanto fazem seus exercícios.”
Tudo isso porque um mecanismo que desencadeia esse tipo de orgasmo é desconhecido, mas se é um fenômeno que tem um grande impacto na vida sexual de quem passa pela experiência.

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