quarta-feira, 31 de julho de 2013
[Google Play Store atinge a marca de 1 milhão de aplicativos]
Cifras altíssimas corroboram o bom momento que vive a empresa
Durante um evento chamado Breakfast with Sundar, em São Francisco, Sundar Pichai, vice-presidente sênior do setor de desenvolvimento do Google Chrome e Android, anunciou números significativos para o atual momento da empresa, em meio aos lançamentos do Nexus 7 e ChromeCast.
Segundo Sundar, a Google Play Store já conta com cerca de 1 milhão de aplicativos, e mais de 50 bilhões de downloads. Além de representarem o notável crescimento da empresa, os números também são relevantes para os desenvolvedores de apps, pois o lucro por usuário dobrou nos últimos 12 meses.
Conjuntamente, Sundar Pichai fez questão de compartilhar as expectativas para os próximos meses. Espera-se que o número de tablets comercializados supere a marca de 70 milhões até o fim de 2013. É uma cifra considerável, se tomarmos como exemplo o ano de 2012, quando 10 milhões de unidades foram vendidas. Mas o bom momento que a empresa vive abre bastante espaço para expectativas otimistas.
Fonte: Wayerless
Segundo Sundar, a Google Play Store já conta com cerca de 1 milhão de aplicativos, e mais de 50 bilhões de downloads. Além de representarem o notável crescimento da empresa, os números também são relevantes para os desenvolvedores de apps, pois o lucro por usuário dobrou nos últimos 12 meses.
Conjuntamente, Sundar Pichai fez questão de compartilhar as expectativas para os próximos meses. Espera-se que o número de tablets comercializados supere a marca de 70 milhões até o fim de 2013. É uma cifra considerável, se tomarmos como exemplo o ano de 2012, quando 10 milhões de unidades foram vendidas. Mas o bom momento que a empresa vive abre bastante espaço para expectativas otimistas.
Fonte: Wayerless
terça-feira, 30 de julho de 2013
OGX é empresa com maior queda no valor de mercado da AL e dos EUA
Levantamento da consultoria Economatica foi feito com 1948 empresas.
Petrolífera de Eike Batista perdeu 69,5%
A OGX, empresa petrolífera do empresário brasileiro Eike Batista, é a empresa com a maior queda no valor de mercado da América Latina e dos Estados Unidos neste ano, com recuo de 69,5%, o equivalente a US$ 16,3 bilhões, aponta levantamento divulgado nesta segunda-feira (29) pela consultoria Economatica.
Para o estudo, foram analisados os valores de mercados de 1948 empresas da América Latina e dos Estados Unidos no ano de 2012 até o dia 26 de outubro em comparação com 31 de dezembro do ano passado.
No final de 2011, a OGX tinha valor de mercado de US$ 23,4 bilhões, contra US$ 7,1 bilhões no dia 26 de outubro.
Do total, 13 empresas tiveram perda de mais de US$ 10 bilhões, sendo quatro delas brasileiras, uma mexicana e oito dos EUA.
Com relação aos valores nominais das perdas, a americana Conocophillips, do setor de indústria de produtos de petróleo e carvão, registrou a maior queda, de US$ 27,1 bilhões.
As outras três brasileiras da lista são a Vale, o Itaú Unibanco e a Petrobras.
A Petrobras é a empresa com a menor queda percentual da lista, de 6,6%. No final de 2011, o valor de mercado da Petrobras era de US$ 155,4 bilhões, contra 145,1 bilhões no dia 26 de outubro. Na Vale, a queda foi de 11,7% e, no Itaú, de 14,4%.
As três empresas brasileiras já publicaram os resultados do terceiro trimestre. O retorno sobre patrimônio líquido médio anualizado (ROE), um indicador da lucratividade, de 12 meses em setembro de 2012 da Petrobras e do Itaú são os menores desde a década de 1990. A Vale tem o indicador a níveis do segundo trimestre de 2010.
13 empresas com perda de mais de
US$ 10 bilhões em 2012 | ||
|---|---|---|
Empresa
|
Perda em US$ bilhões
|
Queda (em %)
|
| OGX Petróleo (Brasil) | 16,3 | 69,5 |
| Elektra (México) | 14 | 58,5 |
| Hewlett Packard (EUA) | 23,4 | 45,8 |
| Dell (EUA) | 10,3 | 39 |
| Mondolez International (EUA) | 18,8 | 28,5 |
| Conocophillips (EUA) | 27,1 | 28,1 |
| Shire Pharm (EUA) | 10,9 | 18,6 |
| McDonald's (EUA) | 15,2 | 14,8 |
| Itaú Unibanco (Brasil) | 10,5 | 14,4 |
| Occidental Petrol (EUA) | 10,9 | 14,3 |
| Vale (Brasil) | 12,4 | 11,7 |
| Intel (EUA) | 13,7 | 11,1 |
| Petrobras (Brasil) | 10,3 | 6,6 |
Facebook não entrou no levantamento
O Facebook, que abriu o seu capital em maio, não entrou no levantamento. Após estrear em bolsa de valores com um valor de mercado de mais de US$ 100 bilhões, a companhia já perdeu mais de US$ 50 bilhões de valor de mercado. A ação estreou a US$ 38 e, nesta segunda-feira (29) era cotada a US$ 21,94.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Homem mais rico da China come em cantina e vive com R$ 40 por dia
Zong Qing Hou começou vendendo picolés e hoje tem fortuna avaliada em mais de R$ 40 bilhões.
Com uma fortuna de cerca de US$ 20 bilhões (ou R$ 40 bi), Zong Qing Hou, considerado o homem mais rico da China, disse, em entrevista à BBC que come com seus funcionários na cantina e que gasta, em média, o equivalente a R$ 40 por dia. Assista ao vídeo (se necessário, desative o bloqueador de pop-up).
'Gasto menos que meus empregados. Acredito na vida simples e dou dinheiro para a caridade. Apesar de ser rico, não serei odiado por isso', disse na sede da sua empresa.
O 'gene da frugalidade', no entanto, não parece ter sido 'herdado' na família. A BBC foi informada que o Lamborghini estacionado na entrada da empresa pertence à sua filha.
Apesar de ocupar o lugar mais alto no topo da pirâmide econômica de seu país, o bilionário, que começou vendendo picolés, de bicicleta, 25 anos atrás, disse acreditar que o próximo líder do país tenha de enfrentar a crescente desigualdade da China.
O bilionário chinês Zong Qing Hou 'Muitos aqui ainda são pobres. Esse fosso social se tornou um problema enorme e fonte de muita insatisfação', disse.
Organização chinesa acusa Apple de pactuar com abusos laborais
Relatório mostra condições de vida e trabalho em três fábricas de um grupo taiwanês que produz iPhones, iPads e computadores Mac. Multinacional americana diz que vai investigar.
Uma das imagens no vídeo da organização chinesa mostra trabalhadores a descansar CHINA LABOR WATCH
A China Labor Watch, uma organização não lucrativa que analisa as condições de trabalho em fábricas na China, diz ter encontrado violações das condições de trabalho em três fábricas que trabalham para a Apple, incluindo trabalho de menores, horas extraordinárias não pagas e alojamentos desadequados.
Com base em inquéritos aos trabalhadores à saída dos edifícios, feitos entre Março e Julho, a organização relata violações das leis laborais e violações “éticas” em três fábricas do grupo taiwanês Pegatron, nas quais são produzidos iPhones, componentes de iPads e computadores Mac. A investigação culminou num relatório com o título “Promessas não cumpridas da Apple” e num pequeno vídeo com imagens das condições de vida e de trabalho nas fábricas (e com uma referência ao fabrico de um “iPhone barato”).
A China Labor Watch acusa as fábricas de obrigar os trabalhadores a permanecerem em pé durante turnos de 11 horas, de os alojar em dormitórios com oito a 12 pessoas por quarto e com um número insuficiente de chuveiros e sem água quente, de não conceder licenças de maternidade a funcionárias que não sejam casadas, de ter forçado trabalhadores a aceitarem horas de trabalho não remunerado e de não os informar sobre os perigos dos químicos com que trabalham. Ao todo, as acusações agrupam-se em 15 categorias, onde cabem ainda danos ambientais com consequências para as populações locais.
“Em suma, as fábricas da Pegatron estão a violar um grande número de leis internacionais e chinesas, bem como os padrões do código de conduta de responsabilidade social da própria Apple”, lê-se num comunicado. A organização lembra ainda que a Apple afirmou em Maio que a regra da empresa de 60 horas semanais de trabalho nas fábricas estava a ser cumprida em 99% dos casos, mas que as leis chinesas estipulam um máximo de 49 horas por semana. No caso da Pegatron, a China Labor Watch diz que o trabalho semanal ronda as 66 a 69 horas.
“A Apple tem uma tolerância zero para lapsos na qualidade dos seus produtos. Se surge uma questão de qualidade, a Apple fará tudo o que puder para a corrigir imediatamente. Mas, aparentemente, existe um menor sentimento de urgência em responder a abusos de direitos laborais”, acusa a China Labor Watch.
A multinacional reagiu afirmando que vai investigar as acusações. “Vamos investigar a fundo estas alegações, assegurar que são tomadas acções correctivas onde necessário e reportar quaisquer violações ao nosso código de conduta”, afirmou à agência Bloomberg uma porta-voz da empresa em Pequim. À Bloomberg, o director financeiro da Pegatron afirmou que não contrata menores e que, nos últimos meses, os funcionários do grupo têm feito uma média de 45 a 50 horas de trabalho semanal.
A Apple foi já várias vezes acusada de trabalhar com fornecedores que não respeitam os direitos dos trabalhadores. Um dos casos mais mediáticos aconteceu em 2010, quando houve uma vaga de suicídios numa fábrica da Foxconn, também taiwanesa e com fábricas em território chinês. A empresa acabou por melhorar as condições de trabalho, nomeadamente com aumentos salariais, e decidiu colocar redes em torno do edifício para evitar suicídios. A Foxconn foi alvo de uma extensa investigação do jornal The New York Times, que foi também publicada em chinês. Em Março do ano passado, o director executivo da Apple, Tim Cook, visitou as linhas de produção e garantiu que a multinacional americana estava empenhada em assegurar as condições de trabalho nas fábricas que contrata.
FBI liberta 105 menores de rede de exploração sexual
A polícia federal norte-americana anunciou a libertação de 105 crianças de uma rede exploração sexual. Na mesma operação foram detidas 150 pessoas.
Esta foi a maior operação contra a prostituição infantil, tendo durado 72 horas em 76 cidades norte-americanas, nomeadamente em São Francisco, Detroit, Milwaukee, Denver e Nova Orleães.
“A exploração sexual é uma ameaça para todos os menores do nosso país”, disse nesta segunda-feira o subdirector do FBI Ron Hosko, em conferência de imprensa. “Estamos a falar de um dos crimes mais comuns nas ruas das nossas cidades.”
Desde 2003, o FBI já libertou mais de 2700 menores no âmbito da operação “Inocência Perdida”, tendo levado à condenação de 1350 pessoas por tráfico de menores e exploração sexual. As sentenças aplicadas nos EUA variaram entre os 15 e os 50 anos de prisão, tendo havido dez condenações à morte.
Segundo a BBC, a maior parte das vítimas recentes foram raparigas, com idades entre os 13 e os 17 anos. Foram obrigadas a prostituir-se em vários locais, desde casinos a motéis, passando por anúncios na Internet.
“As raparigas são atraídas com elogios ou ofertas sobre se querem fazer algum dinheiro. Depois são apanhadas neste ciclo que envolve drogas, abusos físicos e que também pode incluir tortura”, explicou Rosko.
O departamento de justiça dos EUA calcula que cerca de 450 mil crianças saiam de casa todos os anos e que um terço dos jovens que vivem nas ruas acabam por cair na prostituição nas primeiras 48 horas após saírem de casa.
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